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SUMARIO riURB Nº12 2015

_12[00 SÃO PAULO E SEUS
TERRITÓRIOS URBANOS
CONTEMPORÂNEOS. Regina M. Prosperi Meyer. Editora Invitada

_12[01 SÃO PAULO E SUAS ESCALAS
DE URBANIZAÇÃO.Cidade, metrópole e macrometrópole. Prosperi Meyer, Pereira Galvão, Rubio Longo

_12[02 PERIFERIAS METROPOLITANAS
EM NOVA ESCALA.Um novo ciclo da urbanização em São Paulo. Grostein

_12[03 A MACROÁREA DE ESTRUTURAÇÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. O projeto urbano como instrumento de transformação do território. de Mello Franco, Heldt D’Almeida, Mendonça Abreu

_12[04 INTERVENÇÃO URBANA E FINANCIAMENTO. A experiência de São Paulo na recuperação de mais valias fundiárias. Maleronka

_12[05 REDES DE CENTRALIDADES MULTIFUNCIONAIS E DE COMPACIDADE URBANA na Reestruturação Territorial de São Paulo. Leite, Rubio Longo, Guerra

_12[06 NOVA ESCALA DE PLANEJAMENTO, INVESTIMENTO E GOVERNANÇA na macrometrópole paulista. Negreiros, Monteiro dos Santos, Itapura de Miranda

_12[07 ÁGUAS E SANEAMENTO NA MACROMETRÓPOLE PAULISTA. O desafio da integração de escopos. Toledo Silva

MIRADAS INTENCIONADAS

_12[08 CIDADE E INFRA-ESTRUTURA NA MACROMETRÓPOLE PAULISTA. A máquina humana na sua expressão máxima. Ph: Nelson Kon

_12[09 LUGARES COMPARTILHADOS
A cidade como um reflexo do seu povo. Ph: Tuca Vieira

_12[10 LINKS

NÚMERO COMPLETO .pdf

 

 

[12

Bairro Residencial – Vila Madalena. São Paulo
Ph: ©Tuca Vieira

 

riURB 12_2015_Editorial

SÃO PAULO E SEUS TERRITÓRIOS URBANOS CONTEMPORÂNEOS.

Este número monográfico da Revista Iberoamericana de Urbanismo - riURB - dedicado à metrópole de São Paulo foi organizado com objetivo de apresentar um conjunto de perspectivas, abrangentes e setoriais, relacionadas com o seu atual estágio de desenvolvimento urbano. Com esta iniciativa riURB procura ampliar o quadro de informações e análises que facilitem cotejamentos e trocas de experiências e reflexões entre a maior metrópole brasileira e aquelas que integram o amplo bloco urbano ibero-americano. Busca-se assim estimular a aproximação de São Paulo, com as demais metrópoles latino americanas com as quais possui muitas analogias, assim como com aquelas cuja origem geográfico-continental e cultural cria nexos valiosos.

Compor este número temático sobre uma metrópole com as características e a complexidade que São Paulo apresenta hoje, impôs opções. O critério predominante foi o de buscar a faceta contemporânea da metrópole. Procurou-se, através dos artigos, abranger as questões mais relevantes da conjuntura atual. No entanto, é preciso sublinhar que o compromisso com a atualidade não implica deixar de abrir espaço para a evolução histórica de suas questões urbanas.

Num segundo nível privilegiou-se os aspectos situados no campo específico do urbanismo e do planejamento territorial e urbano. Isso não quer dizer que a metrópole de São Paulo seja, reconhecidamente, uma metrópole na qual tenha se acumulado, ao longo de sua história, um exemplar padrão de urbanização; ou, menos ainda, que seu atual panorama urbano seja resultante de um eficiente processo de planejamento. Ao contrário, recrimina-se a sociedade, mas sobretudo, o poder público em seus três níveis de responsabilidades, por ter tolerado que a metrópole tenha alcançado sua atual condição urbana sem que as políticas públicas, o planejamento urbano e o urbanismo, tenham tido uma efetiva participação no processo. Cresceu sem planos! Esta é uma afirmação recorrente que exprime ao mesmo tempo um lamento e uma denúncia.

Crescer e desempenhar convenientemente todos os papeis que têm se caracterizado a industrialização dos países periféricos dentro do capitalismo central foi, talvez, a única meta no período da industrialização monopolística, situado entre as décadas de 1930 e 1960. Ao longo do processo no qual o território paulistano tornou-se o maior centro industrial nacional e latino-americano, acumularam-se atributos urbanos sócio-espaciais tão contraditórios que hoje ameaçam comprometer a sua indiscutível e ao mesmo tempo frágil força econômica.

De acordo com dados do IBGE de 2014, o Município de São Paulo, que é o município sede da metrópole atingiu a marca dos 12 milhões de habitantes, e a Metrópole Paulistana chegou aos 21 milhões em 2014. Na categoria de macrometrópole, primeira de sua categoria no hemisfério sul, a Macro Metrópole Paulista (MMP), reúne 173 municípios, gerando um continuum territorial urbano onde vivem 41 milhões de habitantes. Ocupa uma área de 31,5 mil quilômetros quadrados e engloba as regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas, Baixada Santista, Vale do Paraíba e Litoral Norte, além da aglomeração urbana de Jundiaí.  Esse imenso território urbanizado é hoje uma síntese da condição metropolitana nacional, pois estão ali concentrados os elementos propiciadores de desenvolvimento e produção de riqueza; e, em contrapartida, abriga as maiores disparidades sócio- econômicas do país. Sua força econômica se expressa no PIB que corresponde a 18% do nacional e, sua pobreza se estampa no índice de 14,3% da sua população vivendo em situação de precariedade do ponto de vista do padrão de moradia. Seguir leyendo >>>>

Regina M. Prosperi Meyer. Editora Invitada

     
             
                 
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